Pensar na cidade é o primeiro ponto para tornar o planeta mais inteligente. Falar em melhorar as maneiras de como nosso mundo e nossas cidades funcionam é simples, mas difícil de colocar em prática. Porém, pode e deve ser feito. Como fazer isso?
Um ponto importante para se compreender o que é uma cidade inteligente é como diferenciar esse conceito de outras formas de espaços digitais; a saber: uma cidade digital e um ambiente inteligente.
As cidades inteligentes evoluem na direção de uma forte integração de todas dimensões da inteligência: humana, coletiva e artificial, disponíveis em uma cidade. Elas são construídas como aglomerados multi-dimensionais, combinando as três principais dimensões (Komninos 2006, 17-18; Komninos 2008, 122-123).
Redefinindo a cadeia de valor na era do cliente
Tudo começa com o cliente
A inteligência — e não a intuição — leva à inovação
Para criar um sistema inteligente, as soluções de assistência médica precisam ser instrumentadas, interconectadas e inteligentes
Se você, ao ler isto aqui, estiver sentado num prédio de escritórios convencional, tire um momento para escutar os zumbidos ao seu redor.
Em todo o mundo, as grandes cidades podem ser o local privilegiado do processo de transformação para um novo modelo de economia, capaz de promover simultaneamente o desenvolvimento econômico, social e ambientalmente sustentável...
Este é um tema de extrema atualidade, em que o Brasil pode ter um papel central. O país detém uma das maiores taxas de urbanização do mundo. Em 2010, já atingia 87% e, de acordo com algumas projeções, a percentagem da população brasileira
Algumas das maiores empresas do país se uniram a movimentos da sociedade civil para criar o que chamaram de Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. A criação dessa Rede foi um dos anúncios mais estimulantes da Conferência Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, realizada recentemente em São Paulo (8 e 9 de agosto de 2011).